22. Auto-estima: aprende a ser feliz!


"F" ... az a tua vida valer a pena...
"E" ... scuta sempre o teu coração...
"L" ... uta pelos teus objectivos...
"I" ... gnora o que te faz mal...
"C" ... entraliza as tuas metas...
"I" ... dealiza os teus sonhos...
"D" ... á mais de ti a ti mesmo(a)...
"A" ... ma quem te ama...
"D" ... eixa de lado as coisas ruins...
"E" ... assim SERÁS FELIZ...

Beijo beijo!! =)*

21. Solo de Derbake...


O derbake (ou tabla) é um rico instrumento de percussão da família árabe. Utilizado nos principais conjuntos árabes, o derbake, além de fazer a base para todos os outros instrumentos do conjunto, pode ainda ser tocado sozinho, formando assim o tão conhecido “solo de derbake”.

O derbake é tocado com as mãos, posicionado sob um dos braços (esquerdo para os destros e direito para os canhotos) e apoiado sobre a respectiva perna.
Antigamente, o corpo do derbake era feito de barro, revestido com pele de cabra e os músicos sentavam-se em cima dele momentos antes de tocá-lo, para aquecê-lo. Hoje em dia o derbake é feito de alumínio, revestido com pele sintética. Esta mudança derivou da dificuldade dos percussionistas árabes em afinarem o seu instrumento, dependendo da região ou local onde estavam a tocar.

Este riquíssimo instrumento de percussão caracteriza-se por possuir dois “extremos sonoros” muito diferentes e muito bonitos. Ao mesmo tempo que o derbake pode realizar o seu toque de tom grave - O DUM - pode realizar, por contrapartida, o seu toque de tom agudo - O TAK – formando, assim, os ritmos e solos de derbake, comumente conhecidos.

A dança com solo de derbake simboliza a técnica mais antiga e enraizada da bailarina, um momento de êxtase, com fortes batidas do coração e o sangue circulando nas veias.

Nos solos de percussão, a bailarina expressa-se através do quadril, que é mais belo, tecnicamente, oriental e primitivo. Os movimentos de cabeça, mãos, peito, troncos e cambrets interpretam a emoção; já os quadris e os ombros desenvolvem a técnica.

Entre o derbakista e a bailarina deve existir um entendimento mútuo e é necessário que ele conheça o estilo de dança dela e ela, por sua vez, o estilo de toque dele. É fundamental que a bailarina – para além do derbakista, que deverá conhecer uma grande variedade de ritmos – aprenda, pelo menos, alguns dos ritmos árabes, que são complexos, alguns oriundos de países distintos.

Através de uma combinação de toques e ritmos, o derbakista monta o seu solo de derbake. O solo de derbake “ao-vivo” é composto de acordo com a bailarina que irá dançá-lo. Ele tem que ser adaptado e moldado de acordo com o perfil e os gostos da bailarina, para que assim a apresentação se torne agradável e bela.

Texto adaptado dos seguintes links:
http://bellydanceracleka.multiply.com/journal/item/22/Solos_de_Derbake
http://dianabellydance.multiply.com/journal/item/2

Aproveito para também vos deixar o seguinte endereço, do músico Pedro Françolin: http://www.derbake.com.br/ritmosarabes.html, onde poderão encontrar, para além da descrição dos ritmos árabes existentes, um pouco de cada batida (aconselho o Windows media player).

P.S.1: Por agora, para além do Baladi, também adoro o ritmo Said, pois é tipicamente utilizado para danças da bengala e do pandeiro… :P

P.S.2: Não resisti a meter um post mais pormenorizado sobre estes solos pois finalmente, ao fim de alguns meses, tive o prazer de novamente voltar a aprender não só uma coreografia nova como também mais uma outra forma de "bellydançar"...lol

P.S.3: Deixo-vos um mimo: um endereço de um vídeo que encontrei no youtube que penso ser elucidativo para todas as meninas que pretendam aventurar-se um pouco por estes solos ;) http://www.youtube.com/watch?v=djMb3jPwbNU (se preferirem, pesquisem pelo nome Intermediate Belly Dance Class Drum Solo Choreography).

Beijo.

20. Fusão: Árabe Flamenco...



...uma paixão com a qual vou ter contacto directo pela primeira vez em Agosto!!
Beijo. =*

19. Auto-Conhecimento...


"Não és o corpo, não és os sentimentos e não és os pensamentos. És a consciência silenciosa que observa tudo isso. Repousa a mente nesse silêncio e descobrirás quem realmente és."

Aruna

18. Fusão Bollywood / Dança Tribal



Para quem não sabe, dança tribal é um estilo de dança que tem por base a dança do ventre e bollywood (que devem conhecer dos filmes indianos), é nada mais nada menos que dança indiana moderna... fica aqui um gostinho de uma fusão de ambas, espero que gostem... =*

17. "Tempo de Espera"...


Incorporada nos festejos da Quinzena da Juventude (13 a 28 de Março de 2009) da Câmara Municipal de Almada, coincidência (ou não), no dia mundial do Teatro, tive o prazer de assistir à peça “Tempo de Espera”, pelo grupo de Dança Contemporânea de Almada (Associação GESTOS), uma coreografia da autoria de Lucinda Melo, também ela uma das intérpretes deste espectáculo. Uma peça diferente, onde o corpo humano assume um papel fulcral no desenrolar desta história, a dança na sua expressão máxima, pois todos os movimentos – quer corporais quer mentais – são explorados e praticados nas suas diversas variações. Esta é, talvez, o tipo de dança que melhor se aproxima do que é Ser e Fazer Teatro…
Mas o que é Ser e Fazer Teatro? Em homenagem a este dia, uma mensagem foi lida perante a plateia, uma expressão prendeu o meu pensamento: “Teatro é a verdade escondida.” E, posto isto, pôde dar-se início ao espectáculo.
Tendo por temática principal a questão da viuvez, esta peça resultou de um trabalho que veio a ser desenvolvido desde 2007.
Um sussurro musical, as cortinas abrem, e deparamo-nos com um palco envolto em poeira, um espaço fechado, rodeado de objectos antigos – mesas, quadros, cadeiras e candeeiros. Três viúvas, sentadas, esperando ora por um esvaziamento total daquilo que são, ora por um retorno à sua existência física e espiritual, tentando, instintivamente, libertarem-se daquilo que as apoquenta – a dor da solidão, a mágoa das memórias de outros tempos.
Uma a uma, três outras bailarinas surgem em palco, representado, cada uma delas, a imagem de cada uma das viúvas, fazendo-as reviver momentos que ora suscitam alegria, cor, esperança, contrastando com outros que as magoam, em que tocam nas feridas existentes ainda por sarar.
Para além de Lucinda Melo, também as bailarinas Catarina Camacho, Eva Madeira, Irina Pereira, Marta Carvalho e Sofia Matos dão corpo a estas personagens.
A acompanhar as coreografias, vão surgindo, ao longo da peça, pequenas projecções de filmes, que nos ajudam a melhor reflectir sobre sentimentos como a dor da perda, a mágoa, o desespero, em confronto com outros, como a necessidade de se sentir bonita, sensual, desejada. O ambiente sonoro é preenchido por músicas de Dead Can Dance, Steve Reich e Bernardo Sassetti (Unreal – Sidewalk Cartoon).
Cada vez mais, a dança contemporânea assume um papel central na nossa sociedade e na arte de dançar em geral, pois contrariamente ao que sucede em outras formas de dança, em que é transmitido ao bailarino a função de trabalhar e aperfeiçoar determinado gesto e movimento, agora é o bailarino que, face ao tema que lhe é apresentado, pode assimilar e criar as técnicas que melhor exprimam os sentimentos que ele quer interpretar. Vai-se desenvolvendo, assim, uma nova forma de dançar, fazendo teatro, interpretando a vida.

Susana Barão

16. Dance Quotes...



Óptima compilação de grandes frases... para quem sabe e compreende bem o prazer que é de sentir e poder DANÇAR!! ;)

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